''Saúde só precisa de boa gestão'', sobre retorno da CPMF

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Entidades que representam setores produtivos, como a Fiems, a Fecomércio, a Famasul, a Faems e a CDL de Campo Grande, se reuniram nesta quinta-feira (11) e discutiram o início de uma campanha contra o retorno da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), extinta em 1º de janeiro de 2008.

Com a contribuição, o cidadão tinha de pagar uma alíquota de 0,38% em transferência bancária, emissão de cheques, pagamentos ou no uso de cartão de débito.

Quatro dias após as eleições presidenciais, um grupo de governadores da base aliada propuseram a mudança do nome da taxa para Contribuição Social da Saúde (CSS), com uma alíquota de 0,1%.

Segundo as entidades presentes, a saúde no País não melhorou quando era cobrada a CPMF.

“O fim da CPMF não é uma vitória só do comércio e da indústria, e sim de toda a sociedade”, falou o presidente da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul), Roberto Rech, que também ressaltou o fato da cobrança atrapalhar o setor que contribui em mais de 50% na arrecadação estadual.

“Temos que nos mobilizar. Os governadores têm de encontrar outra solução. Não é possível aumentar mais a carga tributária” finaliza o presidente da Fiems, Sérgio Longen.

“Infelizmente estão ‘botando’ a mão no bolso do consumidor. O Brasil não precisa de mais contribuição e sim de boa gestão”, comentou o presidente da Faems (Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul) Leocir Paulo Montagna.

Fonte: Midiamax

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